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Economia paulista deve crescer 1,3% em 2019, prevê Seade

abril 29, 2019
Estimativa de crescimento para economia brasileira é de 1,5%

 

 

O Produto Interno Bruto (PIB) paulista pode ter, no mínimo, aumento de 1,0%. E no máximo 1,5%. Ao menos é que mostra a projeção do Seade para o desempenho da economia do estado em 2019. Já o Brasil deverá ter em média 1,5%, com mínima de 1,3% e podendo chegar a 1,8% – não diferindo muito do estado de São Paulo.

A instituição prevê que para os paulistas, o setor de serviços deve alavancar mais a economia, com crescimento de 1,6%. Seguido pelo comércio com aumento real de 1,5%. Para os demais, a projeção prevê desaceleração, fazendo com que a área de construção civil feche com -0,5%, indústria total com -0,1% e indústria de transformação com -0,4%. Segundo o Seade, tais tendências “refletem a conjuntura atual, sem força de tração pelo lado do consumo e do investimento, reforçada por um crescimento expressivo das importações, o que dificulta ainda mais a evolução do PIB no curto prazo”

No ano passado, o PIB de São Paulo encerrou com expansão de 1,6% em termos reais, em relação ao ano anterior, conforme cálculos da Fundação Seade. Entre o 3º e o 4º trimestres de 2018, descontados os efeitos sazonais, o avanço foi de 0,2%. O PIB paulista em 2018 foi estimado em R$ 2.222,5 milhões e o PIB per capita em R$ 50.518,51. O Produto Interno Bruto iniciou o ano com uma taxa anualizada de 1,8% e atingiu o ápice em abril (3,0% de aumento). A partir do 2º semestre, as taxas foram decrescendo até finalizar o último ano em 1,6%.

 

Comércio

No Estado de São Paulo, é o setor que mais gerou postos de trabalho no quarto trimestre de 2018 (outubro a dezembro), segundo números divulgados pela Fundação Seade.

Na comparação com o trimestre anterior, o comércio registrou alta de 1,3% no emprego formal. Em todos os demais setores houve queda nessa comparação, com destaque para a agricultura, onde a variação foi negativa em 7,1%.

A Associação Paulista de Supermercados (Apas), acredita que o desempenho do setor para 2019 é de otimismo. Mas a entidade necessita que reformas governamentais sejam aprovadas no âmbito federal e estadual.

Apesar de confiança no futuro, a Apas fez previsões mais modestas para 2019, por conta dos números abaixo do esperado em 2018. No ano passado, a associação justifica que o setor foi fortemente impactado pela greve dos caminhoneiros e pela disparada do dólar, que chegou a R$4,20.

Para 2019 a Apas prevê que o Índice de vendas dos supermercados (IVS) terá aumento entre 2,7% e 3,1%, que pode resultar num total de R% 105 bilhões no ano. O índice de preços dos supermercados (IPS) poderá ter alta de 3,5% a 4,5%. Com relação a geração de emprego, a associação estima que o setor tenha alta de novas 9000 cagas, totalizando em 544.951 profissionais empregados.

 

 Indústria

A atividade da indústria paulista recuou 0,3% em janeiro ante dezembro, segundo o Indicador de Nível de Atividade (INA), divulgado nesta quinta-feira, 28, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com ajuste sazonal.

Na série sem ajuste, o INA cresceu 5,6% ante dezembro de 2018 e na comparação com janeiro do ano passado, foi registrado um aumento de 1%. A principal influência no INA veio das vendas reais, que caíram 8,7% na passagem de dezembro para janeiro.

A Pesquisa Sensor feita pela Fiesp no mês de fevereiro mostrou ligeira queda na passagem de janeiro para fevereiro, passando de 50,6 pontos registrados no mês anterior para 50,5 pontos no segundo mês do ano.

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