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Empresariado está confiante com o setor para 2019, aponta Apas

março 19, 2019

Estimativas trazem confiança de que terá alta nos investimentos

Após um ano de rebuliço nos planos de um setor ambicioso como o supermercadista, 2019 parece ser o ano da virada. Ou melhor, da retomada. Segundo pesquisa realizada pela Associação Paulista de Supermercados (Apas), os empresários do setor supermercadista começaram 2019 acreditando no futuro. E ao que parece, a faísca de investimento está sendo riscada e pode virar fogo, elevando assim o grau de participação monetária num dos setores mais lucrativos do Brasil.

A fé no futuro mantém o índice de confiança muito alto, – o maior desde 2015 – o que alavanca o otimismo do empresariado. 52% dizem estar otimistas, dentre os empresários perguntados pela Apas. Na contramão dessa alegoria pungente de confiança está o pessimismo que, na atual pesquisa da associação do estado, caiu muito, estando com apenas 16%.

Os motivos elencados pelo fator otimista dos que investem ou pretendem investir no setor é variado. Em suma, alguns percebem um alto grau de potencial de vendas para o ano de 2019. Eles consagram a essa expectativa o novo governo, que tomou posse este ano trazendo pautas açucaradas para os empresários endossarem seu dinheiro. O ultra liberalismo regente na pasta do Ministério da Fazenda lembra planos muito a quem do governo de Margaret Thatcher, no Reino Unido, em que grande parte das estatais britânicas foram privatizadas e a facilitação para investimentos, chamou atenção do alto ao baixo clero.

Paulo Guedes, super ministro da Fazenda, promete carta branca aos empresários que estejam interessados no rumo da economia brasileira. Seus planos pautados em reformas como a trabalhista e a previdência, deixaram claras as vantagens que obterá os investidores – seja por uma tratativa mais simplificada quanto a encargos trabalhistas, seja por ampliar os anos de participação do colaborador, até tingir o teto preciso para se aposentar.

Se a economia deve melhorar ainda é uma incógnita. Não se sabe como os outros ministérios do governo, bem como as atitudes do presidente, se dará no decorrer desse primeiro ano de mandato. Isso e somado a outros fatores devem animar ou desgastar o interesse dos investidores estrangeiros, o que permeia e dá vida a economia do emergente Brasil. Mas até o momento, o que se vê em prática é uma retomada, mesmo que nem tão significativa ainda, mas já começa a ilustrar os motivos deliberantes que levam os empresários entrevistados pela Apas a ter confiança no setor supermercadista.

Nos números gerais da pesquisa da associação paulista, o otimismo na virada do ano estava na casa dos 24%, abaixo da negação pessimista que vinha com 29%. 49% estavam neutros em dezembro de 2018. A virada nesse quadro começou a surgir desde a confirmação da vitória do presidente Jair Bolsonaro, uma vez que os números eram ainda piores. E nessa onda o quadro foi sendo revertido em escala ampla, prometendo a cada passo, se houver acordo entre governo e sociedade, ampliar ainda mais. Atualmente 52% otimistas, 16% pessimistas e 32% neutros. A confiança no setor existe, mas pede cautela afim de pedir passagem se caso as promessas vantajosas do governo se derem na prática.

 

 

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