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Em ano de crise, setor contratou muito abaixo do previsto

fevereiro 15, 2019

2018 teve o terceiro pior desempenho em 10 anos

 

Os supermercados paulistas iniciaram o ano de 2018 com expectativa alta de vendas, o que geraria alta taxa de empregabilidade. Não vingou. Em janeiro, a Apas estimava a criação de 12 mil vagas, mas a geração líquida de emprego formal foi de apenas 5.133 postos.  Cerca de 3500 vagas a menos que 2017, que encerrou com a geração de 8592 empregos.

Na coletiva realizada no último dia 07 de fevereiro, a associação paulista de supermercados analisou os principais motivos que levaram a este número tão abaixo do previsto. Segundo o presidente da Apas, Ronaldo dos Santos, a baixa confiança do empresariado supermercadista foi devido ao período conturbado  pelo qual o pais enfrentou, com denúncias de corrupção e a indecisa situação eleitoral até o último trimestre. A ausência da aprovação de reformas que eram esperadas também foi um dos motivos, bem como  a greve dos caminhoneiros ocorrida no mês de maio, que afetou a inflação do varejo.

Sem a confiança estimada pelo corpo empresariado do setor, o freio na abertura e na reforma de lojas, ou em projetos de expansão, culminou em menos contratações e no resultado abaixo da expectativa.

 

Para o ano de 2019, a Apas acredita que os empresários do setor estão mais confiantes, devido as possibilidades governamentais em pauta no novo governo, que tomou posse este ano.

Motivo que faz a própria associação estar mais otimista, a depender do desempenho do governo na aprovação das reformas e na consequente retomada da economia. De qualquer forma, Ronaldo dos Santos acredita em previsões mais modestas, devido ao desempenho do setor no ano passado. “Estimamos que possam ser geradas 9000 vagas este ano, totalizando 544.951 profissionais empregados diretamente no setor” Argumenta ele.

Atualmente, 535.951 mil funcionários estão registrados no setor supermercadista do estado de São Paulo. Apesar de novos manejos na política brasileira, 2019 se fará de um ano incerto ainda, tendo a possibilidade otimista na geração de empregos, e no crescimento do quadro de funcionários. Mas é possível que o número de empregados fique em cerca 535.000 mil. Menos do que é atualmente.

Numa variável de aproximadamente 1,82% no fator contratação, o setor paulistano espera um ano de crescimento, mas tudo vai depender do comportamento econômico e na estima positiva do empresariado supermercadista.

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