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Os riscos de uma alta rotatividade

dezembro 21, 2018
E o que fazer para controlá-la e ter uma equipe pronta

 


A necessidade de ver as questões que levam a rotatividade, o chamado “turnover”, de um supermercado, costuma não parecer uma prioridade. O que é um erro, visto as perdas que um alto índice de turnover pode ocasionar. As baixas no quadro de colaboradores pode ter haver com muitos motivos. Dos quais, os mais recorrentes são: uma cultura organizacional “tóxica”; má gestão, a base de autoritarismo; dificuldades com gestão de problemas internos; falta de reconhecimento e de um plano de carreira definido.

Como mostra a última pesquisa RSB30, responsável por estudar os problemas de rotatividade nas empresas, 54% dos funcionários saíram do emprego por vontade própria.   Quase metade, 48% dos funcionários, acreditam que as pessoas mudam de emprego mais do que deveriam. E que isso prejudica a todos: trabalhadores, empresas e a economia do país. Mas onde de fato estão essas perdas? E como repará-las?

Para especialistas do ramo, um turnover ideal deve girar em torno de até 5%. Acima disso existe a necessidade de avaliar as causas dessa rotatividade elevada e minimizá-la. Pois a renovação constante da equipe, gera despesas e um risco ao comprometimento da empresa na entrega de seus serviços.

A primeira dívida são os valores a serem pagos por rescisões de contrato. Em seguida vem os custos do recrutamento interno, além do investido em treinamento dos novos colaboradores. Todavia, ainda haverá a baixa produtividade ocasionada pelo período de integração, um problema que afeta a qualidade do serviço e que demanda de tempo para aprimorá-lo. E como costuma ser dito, tempo é dinheiro, e a demora e falta de um padrão de qualidade, pode render a perda da alma do negócio. O cliente.

Desde o início da mudança de perfil do RH (do observacional para o estratégico), muitos segmentos, incluindo o setor supermercadista, tiveram de entender o propósito de mudar. A era da tecnologia apressou as necessidades humanas, e gestores de RH com baixa capacidade de interpretação de dados, estão ficando a margem do mercado de trabalho. Isso porque as ferramentas mudaram, alterando o modo de recrutar, de acompanhar o desempenho e de reter talentos.

O desalento do RH interno começa quando os seus funcionários são contratados, puramente por indicação, ocupando o cargo apenas com a função de demitir e contratar.  

Esses funcionários não conseguem atender a demanda que o mundo do comércio tem mostrado, em relação aos objetivos de um RH eficiente. Consta-se que hoje em dia o RH precisa treinar os líderes dos setores, criar um ambiente de bem-estar entre funcionários e lideranças e ter sapiência em lidar com a condição de saúde dos funcionários. Fatores com mais destaque nos motivos do turnover, apresentado pelos próprios funcionários que pediram demissão.

Também é certo dizer que o funcionamento do RH requer foco, de modo que o profissional desse serviço contrate corretamente, dê o devido treinamento e atenção, promova encontros entre os colaboradores para integrá-los com mais empatia, além de debates entre lideranças e funcionários, afim de integrar os conhecimentos que podem ser compartilhados à somar em vantagem do supermercado.

Mas toda essa devida atenção requer tempo, e tempo, como dito, significa custo. Mas para um RH eficaz, neste caso, a pressa é inimiga da perfeição.  Então, como permitir que a empresa foque em seu “Core business” e tenha ao mesmo tempo um RH impecável?

Montar uma boa equipe de RH pode ser um caminho. Mas até prepará-la para as necessidades do setor, a estratégia pode acabar saindo como um tiro pela culatra. Tanto por isso, existem empresas focadas justamente nos serviços de RH. Uma medida que vem ao mundo de maneira tendenciosa, afinal, será o tempo de focar apenas no Core business, permitindo que as outras funções sejam ocupadas por empresas terceirizadas?

Ao menos no que se trata de RH, pode apostar que sim. A gestão de pessoas pode ser um problema burocrático para um setor que requer muita vontade de trabalho do colaborador, como o supermercadista. E tendo um RH terceirizado e que já vem pronto pelo serviço que lhe é pago, o retorno é imediato. Contando com uma boa gestão para recrutamento, além de gerir e reter talentos, o retorno pode ser de agrado para todos. Uma vez que focada em auxiliar o colaborador, o RH terceirizado o permite se contentar positivamente, o que vai gerar o retorno de um bom serviço, sem que a loja tenha que focar diretamente nos seus funcionários. 

Ao optar por um RH terceirizado, se evita de gastar com funcionários ineficientes, diminui a rotatividade e a torna um processo inteligente, trazendo à tona equipes aprimoradas e satisfeitas de executar o serviço pelo qual foram contratadas.  

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