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As tendências tecnológicas para o supermercado

novembro 08, 2018

As tendências tecnológicas para o supermercado

E como pensam os varejistas 

 

A terceira edição do APASNEXT reuniu, no dia 16 de outubro de 2018, mais de 300 participantes na sede da Associação Paulista de Supermercados (APAS). Com palestras, o evento reuniu professores acadêmicos e profissionais do ramo para falarem de projetos inovadores, a base de recursos tecnológicos. Além de debater sobre o quadro cada vez menos conservador, com relação a insegurança que muitos supermercadistas possuem, quando um novo mecanismo de tecnologia emerge nos supermercados.

APASNEXT reuniu profissionais e acadêmicos para falar do uso da tecnologia no varejo

Um estudo anual apresentado pela APAS sobre a prontidão e maturidade tecnológica do varejo supermercadista, mostra que em 2018 o setor teve alta nos índices de qualidade que avaliam a estratégia, gestão, operação e entrega do serviço, em comparação com 2017. Na pesquisa do ano passado, em relação a termos de serviço, um dado que mostrava que o setor estava evoluindo é o de que 21% dos entrevistados possuíam E-commerce e, destes, 57% iniciaram a atividade on-line em 2016. As perspectivas da última pesquisa mostram ainda uma tendência cada vez maior da adoção de recursos tecnológicos em supermercados.

Relação de dados de estudo anual elaborado pela APAS

Uma ideia inovadora pode ser capaz de revolucionar um supermercado, mesmo que a princípio, os varejistas hesitem em mudar de estratégia. Há 60 anos, por exemplo, o código de barras causava muito receio quando foi implantado. Após atualizações e renovações, o serviço acabou mostrando que veio pra ficar, estando presente em todos os supermercados de pequeno e grande porte.

Após o código de barras, serviço conhecido como checkout selfie service, outras ferramentas surgiram para revolucionar o setor. Mesmo que a passos curtos, os varejistas no Brasil vêm adotando as novas plataformas, buscando retornos positivos a curto, médio e longo prazo.

O futuro do varejo estaria no smartphone? – Imagem do Hema – um mercado chinês futurista

Dentre as novas ferramentas, se destacam as mídias sociais, que são verdadeiras vitrines de produtos e que, em larga escala, impulsionam publicidades em alcances globais. Já o Big Data, recurso de análise de dados, surgiu em 1995, mas começou a popularizar a partir dos anos 2000. Mais de 20 anos depois, os varejistas ao redor do mundo analisam dados como nunca. Entre os recursos mais populares, cabe citar o Checkout Self Service, o Omni Channel, além do E-Commerce que, com foco em praticidade e segurança, o mecanismo de venda e compra vem alterando o comportamento do consumidor.

Com dados precisos e contando com ferramentas tecnológicas, os alcances de resultados positivos podem ser friamente calculados. Um dos retornos que o uso da tecnologia pode ocasionar é a redução do quadro de funcionários, por exemplo, deixando que o próprio cliente tenha autonomia de pagar seus produtos numa máquina registradora. A nova tendência é que os dados também possam gerar aplicativos para smartphones, capazes de digitalizar, passar informações detalhadas e uma base de recomendações com os produtos na cesta de compra do cliente, como já faz o Hema, um supermercado ‘futurista’ chinês, pertencente ao grupo Alibaba.

Um dos destaques da programação do APASNEXT este ano, foi a palestra sobre “O Sucesso do Magazine Luiza: quais os próximos passos para o varejo do futuro?”, apresentada pela diretora de tecnologia da Luiza Labs, Talita Paschoni. Ao mostrar os retornos positivos dos tributos tecnológicos, Talita explicou os procedimentos e mecanismos adotados para migrar para o mundo digital, pautando sempre a presença do “cliente no centro do negócio”. Comportamento visado pelo serviço de Omni Channel. 

Em análise do estudo feito pela APAS sobre a prontidão e maturidade tecnológica do varejo supermercadista, as prioridades de investimento para 2019, aponta que cada vez mais, a movimentação da TI está saindo do back office e vindo para as lojas, no front office, promovendo integração com plataformas online. Numa tabela de estatísticas apresentada no evento, mostra que o investimento em CRM (programas de fidelização com clientes em redes sociais) deverá ter alta de 65% em 2019. A implementação de soluções multicanal e vendas online contará com o aumento de 45,3%, seguido pelo investimento de 44,4% maior para a implantação e/ou atualização de software de ERP.

Com relação a preços de serviços, o jornalista da Revista Super Varejo, Rogério Gatti, defende que deve surgir uma nova visão dos varejistas quanto a recursos tecnológicos. Segundo ele: “O setor de supermercados não poderá mais enxergar tecnologia como um custo, mas sim como um investimento que vai melhorar a eficiência da operação e, ao mesmo tempo, a experiência de compra dos clientes”.

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